Manifestações na França
Cerca de 800 mil franceses promoveram gigantescas manifestações em várias cidades em defesa da melhora da qualidade do ensino no país e contra o alto custo de vida, as quais descambaram para a violência e o vandalismo.

Lojas foram saqueadas, monumentos foram pichados, carros e monumentos foram incendiados, criando ambiente de caos e destruição.
Observou-se que havia número muito maior de bandeiras da Palestina que de bandeiras francesas, o que permite deduzir que as manifestações foram tomadas por refugiados palestinos que invadiram a França nos últimos anos.
Há indícios de que movimentos pró-Palestina e pró-Hamas, apoiados por partidos de extrema esquerda, estiveram envolvidos nos tumultos a fim de desestabilizar a democracia e implantar o caos na Europa.
Mais de 2,5 mil pessoas foram presas.
Novas manifestações estavam previstas para o dia 24 de outubro, sábado.
Protestos pela Europa
Protestos ocorreram em outros países europeus, indício de que os movimentos são orquestrados.
Em Portugal, a polícia desmantelou acampamento de manifestantes no cetro de Lisboa. O motivo alegado foi a crise de moradia.
A Puerta del Sol, em Madri, e praças de outras grandes cidades seguiam ocupadas. Os manifestantes exigem medidas governamentais contra o alto preço de aluguéis.
Na Itália ocorreram vários quebra-quebra, o que levou o governo a criar medida que autoriza a polícia a deter menores de 18 anos desde que haja indícios de que representem ameaça.
Manifestantes atiraram bombas, pedras e coquetéis Molotov contra carros da polícia em Tirana, capital da Albânia.
Desafios da economia brasileira
Em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, o presidente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Décio Oddone, afirmou que a economia brasileira enfrentou três grandes desafios desde a Independência: a dívida externa, a inflação e os gastos públicos.
A dívida nasceu junto com o país, porque o Brasil contraiu empréstimo com a Inglaterra para pagar indenização a Portugal. Os empréstimos se sucederam ao longo da história do país. A dívida foi regularizada a partir de 1994, com a exportação de minerais e o desenvolvimento do agronegócio.
A inflação elevada atormentou o país até 1994, data da implantação do Plano Real.
A solução do gasto público elevado, com as despesas maiores que a arrecadação, depende de vontade política do governo tomar medidas rígidas para controle de gastos. Nos últimos anos, o governo continua gastando demasiadamente e tenta equilibrar o caixa por meio do aumento dos impostos, fato que sacrifica a população e compromete o desenvolvimento econômico.
Vacina contra a COVID
A prestigiada revista científica Science Translational Medicine fez a retratação de um artigo que publicou relacionado ao desenvolvimento de vacinas contra a COVID-19.
Investigação institucional conduzida pelo Francis Crick Institute de Londres confirmou que o primeiro autor do estudo, o ex-estudante de doutorado Kevin NG, fabricou dados numéricos e falsificou imagens em duas figuras centrais do artigo. O próprio autor admitiu a culpa durante o processo editorial.
O estudo, publicado originalmente em 2022, investigava em teste em camundongos se a vacina gerava proteção mais ampla contra a COVID-19.
O estudo obteve tamanha divulgação que foi citado mais de 80 vezes por outros cientistas.
Ainda há muito a esclarecer sobre a COVID-19 e as vacinas criadas e vendidas atabalhoadamente e sem testes que comprovassem sua eficiência e a ausência de efeitos colaterais.

Morte do Padre Patrício Molinari
O padre equatoriano Patrício Alfredo Sánchez Molinari, 53 anos, morreu no sábado, 17 de outubro de 2026, após ser atingido na cabeça por um grande crucifixo de madeira que se desprendeu da parede do altar da igreja.
Durante a celebração de missa, que era transmitida ao vivo pelas redes sociais, pesado crucifixo de madeira fixado atrás do altar se soltou e caiu diretamente sobre o sacerdote.
Os fiéis presentes correram para tentar ajudá-lo mas o Padre Molinari não resistiu aos ferimentos e faleceu logo depois do acidente.
Primeira dama
Quando Flávio Bolsonaro fez a fala final no debate da Band, a primeira dama anja da Silva simulou espirros e disse a palavra “mentira”, contrariando as regras aceitas pelos partidos e pelos candidatos que impediam a manifestação dos presentes. Foi mais um de seus comportamentos deselegantes, inconvenientes e inoportunos.
O debate foi interrompido e um funcionário da Band dirigiu-se a ela e a repreendeu publicamente. A resposta cínica dela foi que estava espirrando.
O comportamento indecoroso de Janja da Silva é conhecido mundialmente. No jantar de Estado na China com o presidente chinês Xi Jinping, numa cerimônia em que ninguém fala sem estar previsto, ela pediu a palavra e falou. Diplomatas chamaram o gesto de “quebra de protocolo”.
A resposta de Janja da Silva ficou famosa: “não há protocolo que me faça calar”.
Ter maneira própria de ser e de agir é originalidade. Mas não agir de acordo com o que exige a diplomacia ou o decoro, falta mesmo é elegância, bom senso e educação.
Diplomacia e postura não são questão de formalidade nem frescura; são códigos de linguagem e de comportamento comuns no meio civilizado. Diálogos e entendimentos somente são possíveis em razão da diplomacia e das regras de boa educação.
Protocolos e regras de boa educação são limites estabelecidos para a boa convivência de pessoas e de países.
Quando alguém admite que nenhum limite a faz calar, esse alguém reconhece que não tem limites e não segue as regras da boa educação.
Debate na Rede Bandeirantes
A semana, que foi marcada pelas eleições a serem realizadas neste domingo, 25 de outubro, começou com o debate na Rede Bandeirantes de Televisão no dia 18 de outubro.
O debate transcorreu sem apresentação de proposições nem de programas de governo; limitou-se à troca de acusações e estocadas entre os candidatos.
Eles não responderam aos questionamentos feitos pelo outro e desviavam as respostas para assuntos de seu próprio interesse.
Flávio Bolsonaro pareceu mais solto e descontraído, ao contrário de Lula da Silva que cometeu pelo menos cinco gafes durante o debate.
Coordenadores da campanha de Lula da Silva admitiram que ele perdeu oportunidades de ser mais incisivo em vários temas, como o da segurança pública.
Gafes cometidas durante o debate
O presidente Lula da Silva se irritou e se desconcentrou ao longo do debate, a ponto de cometer gafes que demonstraram falta de rumo de concentração.
Malandro carioca – ao pretender chamar Flávio Bolsonaro de mentiroso, recorreu ao estereótipo batido “malandro carioca”, o que melindrou muitos cariocas.
Lulinha? Quem? – Depois de cobrar do candidato Lula da Silva explicações sobre a denúncia da empresária Roberta Luchsinger, o candidato Flávio Bolsonaro perguntou a Lula da Silva se ele conhecia Lulinha e ouviu como resposta: “Quem?”. Depois que Flávio Bolsonaro repetiu o nome Lulinha, Lula da Silva esclareceu que Lulinha é meu filho”.
Cidadões (SIC) de primeira categoria – Lula da Silva defendeu a criação de universidade indígena e, na mesma frase, insultou os indígenas e a língua portuguesa. Os indígenas, porque deu a entender que os indígenas precisam de diploma para deixarem de ser de segunda categoria. A língua portuguesa, porque o plural correto é “cidadãos” e não “cidadões”.
“O Brasil acabou” – “Nesse quarto mandato, a gente vai dizer ‘o Brasil acabou’”. Ele tentou consertar, mas não conseguiu até que o tempo se expirasse e o microfone fosse desligado.
Debate na TV Globo
O debate na TV Globo foi muito engessado. Nenhum dos dois candidatos conquistou votos de indecisos. Trocaram farpas, que servirão para os apoiadores lançarem o corte nas redes sociais falando de “lapadas”.
Flávio Bolsonaro deixou de responder questões propostas, natural em debates, em que os candidatos falam aquilo que mais lhes interessam.
Lula da Silva mostrou-se cansado e confuso, tendo falado frases sem nexo e incompreensíveis. O peso da idade e o cansaço da campanha se revelaram em frases obscuras e ideias incompletas. O artifício de alegar “consulta o Google” voltou-se contra ele mesmo, quando o candidato Flávio perguntou-lhe se era o Google que governava o Brasil pois ele nada respondia.
Frases da semana
O Brasil acabou
“Esse lesa-pátria nesse país vai acabar e, nesse quarto mandato, a gente vai dizer: o Brasil acabou”
Luís Inácio Lula da Silva, cometendo ato falho durante o debate eleitoral da Rede Bandeirantes. Percebendo o equívoco, o presidente tentou emendar a frase para concluir que o objetivo seria tornar o Brasil um país grande, desenvolvido e dar um salto no crescimento, mas não lhe restou tempo para corrigir-se. O trecho foi compartilhado por opositores e viralizou nas redes sociais logo após o término do debate.
