Por Cláudio Duarte
Exaltação ao assassinato
A notícia predominante nas redes sociais é a respeito da jovem Isabela Casahuga-Lemgruber, apelido “Pamper Baby”, estudante universitária nos Estados Unidos, filha da brasileira Paula Casahuga e de pai espanhol (nome não confirmado), que declamou um poema sobre o assassinato de Charlie Kirk ocorrido em setembro de 2025.
A declamação ocorreu na Universidade do Texas em San Antonio (UTSA), no estado do Texas, durante o evento Pick Up the Mic (Pegue o microfone), promovido pela organização conservadora “Turning Point USA”.
No poema, paródia de tradicional poema natalino norte-americano. ela substituiu a referência ao Natal por Kirkiversary, um trocadilho com o sobrenome de Charlie Kirk e a palavra inglesa anniversary (aniversário).
Nos versos, ela menciona memes e a lembrança de um tiro no pescoço — referência ao disparo que matou Kirk. Ao terminar, chamou o coordenador do debate de corajoso por estar no local sem proteção no pescoço.

Casahuga é exemplo da doutrinação esquerdista comum nas escolas do mundo.
Depois da divulgação mdo vídeo, ela, chorosa, divulgou vídeo se desculpando. Não há, até o momento, confirmação de deportação ou de sanção federal individual contra a estudante.
O Brasil não está imune à doutrinação ideológica em escolas. O caso mais extravagante foi o diálogo acontecido em Roraima.
Diálogo entre aluno e professor.
O áudio, gravado por aluno da Escola Camilo Dantas, de Boa Vista (RR), mostra o diálogo entre um professor e um aluno durante aula de Geografia.
O professor defende o crime e o bandido e passa para os alunos adolescentes o conceito de que ladrão é trabalhador e assaltar faz parte da “profissão” do bandido.
Transcrição do diálogo
Aluno: O Sr. acaba de falar sobre a ideia de alguns políticos de a gente ter que andar armado pra se proteger. O Sr. diz que é erro a pessoa andar armado. Mas a gente não pensa que o ladrão está armado. É errado a pessoa de bem estar armada pra se defender de um ladrão?
Professor: Quem é a pessoa de bem?
Aluno: O pai de família, por exemplo.
Professor: O cara que tá roubando é pai de família. Explica melhor o que você está falando. O cara que rouba tem família.
Aluno: O cara de bem é quem trabalha.
Professor: O cara que rouba está trabalhando. Para o ladrão roubar é trabalho.
Aluno: Mas não é certo.
Professor: Quem está falando que não é certo?
Aluno: Vamos supor. O Sr. trabalha por dez anos para comprar seu carro de luxo.
Professor: Dez anos no Brasil não dá para comprar caro de luxo.
Aluno: Estou dando um exemplo. Mas o Sr. trabalha dez anos pra comprar um carro que o Sr. quer, realiza seu sonho, aí chega um cara que nunca trabalhou na vida, nunca teve estudo, nunca se preparou pra nada e toma o carro que o Sr. comprou com tanto esforço.
Professor: Ele está trabalhando.
Aluno: Meu Deus do céu! Meu Pai do céu!

Apuração dos fatos
Na época, a Secretaria Estadual de Educação e Desporto (Seed) de Roraima alegou que iria apurar os fatos.
O professor foi afastado da sala de aula pela Secretaria Estadual de Educação, mas não há publicação confiável de que tenha ele tenha recebido punição disciplinar definitiva, como suspensão, demissão ou outra sanção formal e não há informação sobre o resultado final de eventual processo administrativo.
Isso não significa que não houve outras providências além do afastamento temporário do professor; significa que não há nas redes documentação pública suficiente para afirmá-lo.
O sindicato dos professores saiu em defesa do professor. Sustentou que a gravação foi retirada de contexto e que a aula pretendia discutir a falta de políticas públicas e as desigualdades sociais. Também criticou o afastamento sem que o docente tivesse sido previamente ouvido.
Cuidado dos pais
Os pais devem acompanhar atentamente o que é ensinado aos filhos na escola. A infiltração de esquerdistas, que promovem lavagem cerebral nos jovens, assim como eles a sofreram, pode prejudicar a boa formação que os pais ensinam em casa.
Cláudio Duarte
Bacharel em Direito, professor de Educação Física e militar veterano do Exército, é colunista e colaborador do Portal iMulher.

1 comentário
Realmente! Isto acontece e temos que acompanhar nossos filhos! Parabéns pela matéria.